Apego – Entenda a Raiz deste Desequilíbrio e Viva com mais Leveza

O apego é algo que precisamos evitar. Para isso, precisamos compreendê-lo bem.

Este um assunto é muito importante para vivermos de forma mais leve, prazerosa e gratificante.

Existem vários tipos de apegos. Apego a pessoas. Apego a objetos. Apego a lugares.

Mas o que é o apego e porque ele nos faz sofrer?

Apego é a tentativa de eternizar algo que, como tudo na vida, não pode ser eterno.

Explicando de forma mais simples. Apegar-se é desejar algo de forma exagerada, doentia e obsessiva sem respeitar o ciclo natural onde tudo nasce, se desenvolve e morre.

A incompreensão de que tudo é impermanente é a raiz de pensamentos, sentimentos e ações destrutivas. Tanto para si como para os outros.

Perceber isto é caminho que tornará nossas vidas mais felizes, prósperas e abundantes. Isto acontece pois vivemos de acordo com as leis da natureza.

O apego, mais cedo ou mais tarde, leva à violência. Na real, sua própria existência já implica em violência as leis do fluxo natural da energia, que em termos humanos, pode-se ser entendido como o estado de amor incondicional (amar todas as coisas sem exceções).

Apego

Como viver sem apego

Veja bem, a níveis profundos, não nos apegamos a algo exterior a nós, e sim, nas sensações que elas causam em nós.

O apego só pode existir quando pensamos exclusivamente no nosso bem estar e desconsideramos o bem estar das pessoas e do ambiente a nossa volta.

E não pense que o apego só existe com o que nos dá prazer, pois até mesmo o que doloroso pode virar objeto de apego.

O apego é tentador pois está conectado a uma sensação de familiaridade. Esta familiaridade gera um falso sentimento de segurança.

A força oculta por traz de qualquer apego é o medo do desconhecido.

Mesmo em uma situação ruim, alguém pode pensar: “bom, isto é ruim, mas pelo menos eu conheço este mal. Se eu me livrar dele, quem poderá prever se não surgirá um mal ainda maior?
Por isso, declaro que estou feliz com este mal. Pelo menos eu já me acostumei a ele.”

Pelo lado do prazer, não é difícil perceber o quanto nos apegamos a ele. Até mesmo sensações sutis, como a paz interior, podem gerar apego.

Por exemplo: em um determinado dia alguém saiu para passear e tudo fluiu maravilhosamente bem. Ao final do dia, pensou: adorei o passeio de hoje, amanhã vou passear de novo e repetir o mesmo trajeto. Já no outro dia, as coisas não fluíram tão bem. Situações estranhas aconteceram. Internamente surge uma sensação de desgosto e arrependimento. “Se ontem foi tão bom, por que hoje não se repetiu? Não é justo.”

Ou seja, o apego surge quando queremos controlar a vida de acordo com as experiências que tivemos no passado. É uma insistência em repeti-las por medo do desconhecido.

Apego

Mensagem Final – Caminho da Evolução

A cada novo dia, tudo muda.

Mesmo fazendo as mesmas coisas que fizemos no passado, não há garantia alguma que a experiência será a mesma, tenha sido ela positiva ou negativa.

Não importa quão boas ou ruins foram suas experiências, elas nunca se repetirão da mesma forma. Por isso, valorize o momento presente e o vivência com plenitude.

Abra-se as infinitas possibilidades que só podem existir no aqui e agora.

Deixe o passado e o futuro de lado e entregue-se ao momento presente. Viva cada momento como se fosse o primeiro e o último.

Desta forma, você certamente estará livre do apego e viverá de forma leve, prazerosa e criativa.

Fique em paz.


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Postado por Augusto Genehr

Augusto Genehr é Terapeuta Holístico, mestre em Reiki, Astrólogo, Instrutor de Yoga e Meditação. Há 8 anos se dedica profissionalmente a ajudar pessoas a se harmonizarem através do autoconhecimento.

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